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19 de fevereiro: Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência

15/02/18
Dezenove de fevereiro será um Dia Nacional de Lutas e Mobilizações contra a Reforma da Previdência. Mas várias iniciativas de categorias já foram tomadas para pressionar os parlamentares. Protestos em aeroportos, nas bases dos parlamentares, assembleias em locais de trabalho, plenárias regionais e estaduais, panfletagens, entre outras estratégias.
Em Natal a previsão é que as categorias façam Atos específicos pela manhã e, à tarde, todos se reúnam em frente ao INSS da rua Apodi (Centro) para um Ato Públivo unificado que deverá passar pelo IPERN e finalizar na praça dos três poderes na Cidade Alta.
A mobilização está sendo chamada por várias Centrais Sindicais, entre elas a CSP Conlutas, CUT, Força Sindical, CSB, CTB, Nova Central, UGT e Intersindical que reafirmam iniciativas que já vinham sendo executadas desde dezembro passado.
O Sindicato dos Bancários entende que o Dia Nacional de Luta é mais uma mobilização para a construção de uma nova Greve Geral no país, única forma de derrotar de vez os ataques do Governo.
Sem votos necessários para aprovar a Reforma da Previdência, o Governo adiou do dia 20 para 28 de fevereiro a data limite para aprovação da proposta no plenário da Câmara dos Deputados. Segundo o líder do Governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), a matéria começa a ser discutida no dia 19, mas a ideia é trabalhar até o fim do mês na tentativa de construir uma maioria a favor da proposta. Aguinaldo anunciou o novo prazo ao lado do relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA), que apresentou o texto final da Reforma, sem grandes alterações, mantendo basicamente as mudanças negociadas com a base do Governo em dezembro – antes do recesso parlamentar. 
“Se colocar para votar, o Brasil vai parar”. Este é o lema definido unitariamente por todas as centrais brasileiras. A Reforma da Previdência representa o fim do direito à aposentadoria no país.
Apesar de estar jogando sujo para aprovar essa Reforma, comprando o voto de deputados e o apoio dos meios de comunicação para enganar a população, o próprio governo Temer avalia que ainda não tem os votos necessários para aprovar a medida na Câmara. Portanto, aumentar a pressão e a mobilização neste momento pode inviabilizar de vez essa votação.
A Greve Geral é a única solução capaz de dar um recado aos políticos do país e dizer que: Reforma da Previdência, não vamos aceitar! Quem votar, não volta!

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